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Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito no Médio Oriente

Preço do petróleo atingiu os 126 dólares por barril, o valor mais elevado desde 2022

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Preço do petróleo atingiu os 126 dólares por barril, o valor mais elevado desde 2022

O preço do petróleo Brent, referência europeia, atingiu os 126 dólares por barril ao início da manhã de hoje, o seu valor mais elevado desde 2022, depois de ter subido mais de 6% em relação ao dia anterior. O impasse nas negociações para por fim ao conflito entre EUA e Irão faz disparar ainda mais os preços, colocando ênfase na crise energética mundial. Em 60 dias, a guerra custou aos cofres norte-americanos, cerca de 21 mil milhões de euros. Acompanhamos aqui, ao minuto, o evoluir da guerra no Médio Oriente.

Joana Raposo Santos, Ana Sofia Rodrigues - RTP /

Pavel Mikheyev - Reuters

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RTP /

Sérvia prolonga proibição de exportação de combustíveis até junho para garantir abastecimento

A Sérvia vai prolongar por mais um mês a proibição de exportação de petróleo bruto e produtos petrolíferos, garantindo assim o abastecimento interno num contexto de perturbações globais.

A proibição estará em vigor até ao final de junho, afirmou a ministra da Energia, Dubravka Djedovic Handanovic, em comunicado.

A Sérvia irá também disponibilizar 30.000 toneladas métricas adicionais das suas reservas de gasóleo para o mercado local, enquanto os impostos especiais sobre o consumo de combustível foram reduzidos em 25% para evitar aumentos de preços, acrescentou.
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Momento-Chave
RTP /

Israel lança ataques contra várias cidades no sul do Líbano

Os ataques israelitas continuaram no sul do Líbano, com bombardeamentos de artilharia a atingirem as cidades de Zawtar al-Sharqiya, Yahmar al-Shaqif e Bayt al-Sayyad, segundo a Al Jazeera. Além disso, um drone israelita lançou um ataque contra a cidade de Srifa e um ataque aéreo teve como alvo a cidade de Toul.
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RTP /

PIB francês manteve-se estável no primeiro trimestre

O Produto Interno Bruto (PIB) da França manteve-se estável no primeiro trimestre, indicou esta quinta-feira o o instituto oficial de estatística do país numa primeira estimativa.

O valor é justificado por uma procura interna "anémica" e uma contribuição do comércio externo "fortemente negativa", mas ainda não está relacionado com a guerra no Irão.

A percentagem contraria as previsões do Banco de França, que há cerca de duas semanas previu que o crescimento poderia atingir "até 0,3%" no primeiro trimestre.
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RTP /

Servidores da Amazon indisponíveis no Bahrein devido a danos

A Amazon afirmou que os seus servidores no Bahrein foram afetados e que se encontram, neste momento, indisponíveis. A empresa acrescentou que as operações de faturação estão suspensas enquanto se procede à restauração das operações na região, o que poderá demorar vários meses.
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Momento-Chave
RTP /

Espanha mantém ritmo de crescimento económico apesar da guerra

A economia espanhola resistiu à agitação causada pela guerra e registou um crescimento de 0,6% no primeiro trimestre, em linha com as expectativas.

"A economia espanhola mantém o seu ritmo de crescimento num início de ano marcado pela guerra no Irão", afirmou o ministro da Economia, Carlos Cuerpo.
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RTP /

Fatura de combustível da Air France-KLM deverá aumentar em 2,4 mil milhões de dólares em 2026

A Air France-KLM prevê que as suas despesas com combustível aumentem 2,4 mil milhões de dólares este ano devido à perturbação do mercado energético causada pela guerra no Irão. A empresa reviu em baixa, esta quinta-feira, as suas perspetivas de capacidade.

O combustível para aviões representa mais de um terço dos custos da maioria das companhias aéreas.

"Embora o aumento dos preços do combustível ainda não se reflitam nos resultados que apresentamos hoje, espera-se que venham a pesar nos próximos trimestres", afirmou Ben Smith, diretor executivo da Air France-KLM, em comunicado.

A empresa indicou que o custo total do combustível deverá ascender a 9,3 mil milhões de dólares para o ano, dos quais 1,1 mil milhões de dólares corresponderão ao segundo trimestre.
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Lusa /

Autoridades israelitas detiveram 175 ativistas da Flotilha de Gaza

A Marinha israelita deteve hoje 175 ativistas da "Flotilha de Gaza" que se encontravam a bordo de 20 embarcações, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita.

Foto: YouTube

"Aproximadamente 175 ativistas de mais de 20 embarcações da flotilha estão neste momento a navegar pacificamente em direção a Israel", indicou o Ministério através das redes sociais indicando que os detidos tinham sido transferidos para navios de Israel.

Anteriormente, os organizadores da Flotilha Global Samud, que transporta ativistas que procuravam quebrar o bloqueio israelita à Faixa de Gaza, anunciaram que as embarcações tinham sido cercadas por navios de guerra israelitas enquanto navegavam ao largo da costa de Creta, Grécia.

De acordo com a agência de notícias espanhola EFE, a flotilha foi intercetada pela Marinha de Guerra de Israel a cerca de 1.200 quilómetros da Faixa de Gaza. 

Entretanto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Itália solicitou informações às autoridades israelitas para esclarecer as circunstâncias da operação que danificou várias embarcações da Flotilha Global Sumud.

Um comunicado indicou que o ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália, António Tajani, instruiu as embaixadas de Roma em Telavive e em Atenas para recolherem informações junto das autoridades israelitas e gregas.

O objetivo, acrescentou o comunicado, é permitir ao Governo italiano "implementar as medidas necessárias para proteger os cidadãos italianos" que integram a flotilha.

A Flotilha Global Sumud navegava em direção à Faixa de Gaza e era composta por 58 embarcações.

As embarcações partiram no domingo do porto de Augusta no sul de Itália, com o objetivo de atravessar o Mediterrâneo e chegar à Faixa de Gaza para entregar ajuda humanitária à população palestiniana.

 

 

 

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Momento-Chave
RTP /

Presidente iraniano afirma que bloqueio naval norte-americano está "destinado ao fracasso"

O presidente iraniano afirmou esta quinta-feira que o bloqueio dos portos do seu país pelos Estados Unidos está "destinado ao fracasso" e que apenas vai agravar as perturbações no Golfo.

"Qualquer tentativa de impor um bloqueio marítimo é contrária às leis internacionais (...) e está condenada ao fracasso", afirmou Massoud Pezeshkian em comunicado, depois de um alto responsável da Casa Branca ter referido uma prorrogação desse bloqueio "durante vários meses".

O presidente iraniano considerou ainda que o bloqueio "não só não permite melhorar a segurança regional, como constitui uma fonte de tensão e uma perturbação da estabilidade a longo prazo do Golfo".
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RTP /

França pede à TotalEnergies que prolongue limites máximos de preços nas estações de serviço

O Governo francês solicitou que a gigante do petróleo e do gás TotalEnergies mantenha os seus limites máximos de preços nas estações de serviço do país para além do mês de abril.

"A Total estabeleceu em abril um limite máximo que está previsto terminar nos próximos dias. Solicitamos legitimamente à Total, tendo em conta os seus lucros e a difícil situação enfrentada pelos franceses, que prolongue esse limite", afirmou a ministra da Energia e porta-voz do Governo, Maud Bregeon, à TF1 TV.

A França dispõe de 100 milhões de barris em reservas estratégicas, acrescentou Bregeon, tendo sido libertados apenas 2% até ao momento, ao abrigo de um acordo com a Agência Internacional de Energia no mês passado.
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Lusa /

Lucros da Repsol dispararam 153,8% para 929 milhões de euros no 1.º trimestre

Os lucros da Repsol dispararam 153,8% no primeiro trimestre do ano, chegando aos 929 milhões de euros, impulsionados pelos ganhos de capital, que refletem o impacto da subida dos preços do petróleo bruto e produtos refinados.

Segundo os resultados da empresa comunicados à Comissão Nacional do Mercado de Valores Mobiliários (CNMV) da Espanha, o lucro líquido ajustado, que mede o desempenho dos negócios, atingiu 873 milhões de euros, um aumento de 56,7% em comparação com o primeiro trimestre de 2025, num contexto global volátil, particularmente após o início do conflito no Irão.

A Repsol indica que, sem ativos no Médio Oriente, está a concentrar os seus esforços em garantir a continuidade do fornecimento de energia, alocando 1.200 milhões de euros no trimestre para aumentar seus `stocks`.

No ano passado, o grupo petrolífero viu o seu lucro cair no primeiro trimestre, principalmente devido ao impacto da volatilidade dos preços sobre as suas margens de refinação.

"Num ambiente geopolítico cada vez mais complexo e volátil, que ameaça transformar o paradigma energético, permanecemos focados em garantir a segurança do abastecimento", afirmou o diretor executivo da Repsol, Josu Jon Imaz, num comunicado à imprensa.

As notícias sobre a empresa, com sede em Madrid e que opera em mais de 20 países, têm-se concentrado nas últimas semanas na sua posição na Venezuela, onde o grupo detém 50% do campo de gás natural `offshore` de Perla (um dos maiores da América Latina) e está envolvido em diversos projetos petrolíferos, em parceria com a gigante estatal venezuelana PDVSA.

A 16 de abril, a Repsol anunciou a assinatura de um acordo com o Governo venezuelano que lhe permitirá retomar o controlo operacional da sua `joint venture` Petroquiriquire, criada para operar campos de petróleo no leste da Venezuela.

A Repsol detém 40% da Petroquiriquire, enquanto a estatal PDVSA controla os restantes 60%.

O grupo espanhol indicou nas últimas semanas que está pronto para aumentar a sua produção de petróleo bruto na Venezuela em 50% num ano, e até mesmo triplicá-la, em três anos, caso as "condições necessárias" sejam atendidas.

A produção da Repsol no país ronda atualmente os 45.000 barris por dia, segundo dados da empresa.

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Grande Entrevista - RTP
RTP /

Paulo Rangel considera "ínfimo" uso norte-americano da Base das Lajes

O Governo português demarca-se de qualquer envolvimento no conflito com o Irão.

Na 'Grande Entrevista' da RTP, Paulo Rangel garantiu que Portugal não apoia nem subscreve as ações militares na região.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros aproveitou ainda para desvalorizar o atual papel estratégico da Base das Lajes, classificando a utilização norte-americana da infraestrutura açoriana como 'ínfima' e 'pouco relevante'.
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RTP /

EUA. Guerra no Irão já custou 21 mil milhões de euros

Em 60 dias, a guerra custou aos cofres norte-americanos, cerca de 21 mil milhões de euros.

O balanço, relativo a apenas dois meses de conflito, foi revelado pelo Subsecretário da Defesa com a pasta do orçamento.

Os números oficiais confirmam a enorme pressão financeira que a nova frente militar no Médio Oriente está a exercer sobre os Estados Unidos.
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RTP /

Preço do petróleo Brent atingiu os 126 dólares por barril

O preço do petróleo Brent, referência europeia, atingiu os 126 dólares por barril ao início da manhã de hoje, o seu valor mais elevado desde 2022 devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

O valor do petróleo subiu mais de 6% em relação ao dia anterior.

Depois de atingir este valor, e de acordo com os dados de mercado recolhidos pela agência de notícias espanhola EFE, pelas 05:00 GMT (06:00 em Lisboa) de hoje, o preço desceu nos contratos futuros do Brent para 124,1 dólares por barril.

Esta subida acontece no meio da paralisação das negociações entre os Estados Unidos e o Irão para um acordo de paz e enquanto o Estreito de Ormuz, passagem crucial para o comércio internacional de crude, continua bloqueado.

Antes do início da guerra, no final de fevereiro, o Brent negociava a cerca de 70 dólares por barril.

Os Estados Unidos mantêm o bloqueio aos portos iranianos, enquanto o Estreito de Ormuz continua fechado, o que pressiona os preços do petróleo em alta.

As tensões voltaram a aumentar na quarta-feira, assinalando 61 dias desde o início da ofensiva, depois de a República Islâmica ter ameaçado com "ações militares sem precedentes" caso os Estados Unidos não cessem as suas intervenções navais e desbloqueiem o Estreito de Ormuz.

As Forças Armadas dos EUA também informaram que bloquearam 42 navios que viajavam para ou de portos iranianos como parte do bloqueio desta rota marítima.

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RTP /

EUA negoceiam novo acordo com o regime de Teerão

Donald Trump anunciou que estão em curso negociações para um novo acordo com o Irão, mas deixou um aviso severo a Teerão.

O Presidente dos Estados Unidos sublinhou que a capacidade nuclear iraniana é uma 'linha vermelha' intransigível para a Casa Branca.

Numa escalada de retórica, Trump voltou a elevar o tom das ameaças, garantindo que haverá consequências caso a via diplomática não produza os resultados esperados em breve.
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Lusa /

Reino Unido e nove Estados europeus criam força naval complementar da NATO

A Marinha Real britânica anunciou na quarta-feira um acordo para criar uma força naval conjunta com nove países europeus "complementar" da NATO, para dissuadir futuras ameaças da Federação Russa a partir da "fronteira marítima aberta" a norte.

Damien Bye/UK MoD Crown Copyright/Handout via REUTERS

"Passamos das palavras à ação. Uma Marinha Híbrida. Aliados do Norte. Dissuasão real no Ártico e Atlântico Norte em apoio da NATO. Na semana passada, todos os Estados da Força Expedicionária Conjunta assinaram uma declaração de intenções comprometendo-se a elaborar propostas detalhadas", indicou nas suas redes sociais.

O chefe da Marinha, o general Gwyn Jenkins, fez mesmo assim o anúncio, em discurso recolhido pelo The Guardian, apesar de o acordo ter sido feito na semana passada.

O acordo inclui, além do Reino Unido, a Dinamarca, a Estónia, a Finlândia, a Islândia, a Letónia, a Lituânia, a Suécia, a Noruega e os Países Baixos.

Jenkins revelou que as incursões russas nas águas britânicas aumentaram "quase um terço nos últimos dois anos".

 

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